Designer by Luiz Cotta

Alice e sua Sombra

Alice não é Ágata.
Alice não é Renata, Débora, Aline, Ana e muito menos Carolina.
Alice não é bailarina, professora de forró, santa ou indulgente.
Alice é só Alice mesmo. E mais nada.
Por enquanto...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Alice e o beijo dele

O roçar da barba dele... 
O cheiro nu da pele dele encostando nos braços dela, no rosto, nas mãos, no corpo todo em toda parte que se tocava a pele dele e a dela... 

Era muito. O ápice era aquilo, ali, naquela hora. Tudo parou. 

Alice parou e o observou bem. 

Lindo, com sorriso branco, cabelos grisalhos, altura dela ficar na ponta dos pés, abraço do jeito que a encolhia num colo. Ele estava nu, despido e verdadeiro na frente dela. 

Aí Alice queria afundar-se dentro dele como se fosse possível tornar-se um. Queria engolir tudo, ele, o coração disparado dela e a vontade insana de estar ali para o resto da vida. Amando.

Ele teve que ir e ela teve que ir. Depois do encontro atropelado e furtivo, ela ouvia em pensamento: "...O beijo arrepiado no cangote e outro intenso na boca..."

Um querer mais sem fim. Era alguma coisa assim que Alice não conseguia entender, quanto mais explicar.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Alice e Fui

E era daquilo que quera viver, daquilo que atormenta o pensamento com detalhes passados, ora amassados e jogados num canto qualquer, ora sobreviventes das tempestades e tormentas que lhe assediaram assim como agora: 
Desamassados e postos na tela do seu computador, aquela coisa antiga que não poderia nem mesm falar em voz alta.

Ah, sim, que era isso que lhe faltava, a ânsia de querer, o estado rubro da pele de poros abertos. E era de se admirar que não soubera antes que era isso de ficar louca, de arremessar esperanças ao vento, que tanto queria. Era para isso que vivia.

Esbanjada de visões coloridas sobre si mesma, Alice acariciava seu ego, sentindo-se o ser mais importante de todos. E, de fato, ela era mesmo. Despregada de qualquer cálice de protocolos sociais, livre de idéias fúteis e de pragmatismos, Alice era uma coisa só. Pulsava com força entre o desejo mais forte e a fantasia mais libertina de todas.

Ah, que delícia flutuar sobre a rotina cega que já sobrevivera. Alice era só razão para poder voar.

E decidiu: Em grande ato final, foi. Explorar uma imensidão daquilo que não conhecia. Abriu a caixa, a portinha da gaiola e foi. Para os desavisados, deixou um recado na porta: FUI!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Alice e a ardência dos olhos

E em um dado momento, pensando de caixola nele, extraviou-se:  ... "Meu coração tá mandando lágrimas ardidas para meus olhos chorarem. PUTZ!"...


Ele estava bem, ora bolas. Mas ela... Queria, sabe-se lá... Queria, talvez, dar um colo ao que lhe tanto deu carinho, ao que tanto lhe ensinou a fazer as contas, a entender a bíblia, a esperar, a crescer... E então, era ele que não se dava mais conta de quem era agora neste espaço de mundo, pois. Confusão embriagada de si mesmo. Dele e dela...


Enquanto isso era choro ardente.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Alice em trabalho de parto

Naquelas páginas corajosas dela:

Alguns veriam aquilo como um milagre desencaixotado da prateleira mais alta;
Grupos afirmariam aquilo ser, ora pois, pura sorte;
Alice, poré, via aquilo como construção, somente que haveria de ser, pois.
"Era uma sombra aflita pelo tempo que se movimentava numa ida e volta sem deixar os segundos passarem, sem deixá-la sair da sombriedade que era sacudir Alice por detrás.
Enquanto sentia nascer, num ventre, coisa nova e involuntária;
Descrentes diziam, "Óh, menina, isso é somente uma ilusão";
Mas era importância de pouco valor, pois, sentia por ali, mexer sem pedir licança em si.
"Era aquele punhado de palavras soltas e frases dignas de um vômito forçado que, ah... que deveria por-se para fora como um adiantamento precoce do parto que viria.
E Alice não parou de correr, como se não houvessem esperanças é para ficar ali, parada;
Alice ia de encontro ao que não era de nome pra se dar;
Era coisa grande que ela deveria buscar como exorcízio do que por tanto tempo gestou e admirou.
"Em estado de sombra penitente, densa e sabedora de muitas coisas, gozava de intermédio entre o desejo e o clímax, entre o que era pretensão para redenção.
Avivou em suspiro naquilo que tanto almejou sentir cheiro em pele de casca que sai como borboleta, nasceu em sorriso, em obra de criação; 
Era seu primeiro ato. Nascia em um salto, sobressalto, e era agora.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Alice e o resto desimportante

Acabou de lavar a louça do almoço, limpou o chão sujo e ergueu os ombros para em seguida deixá-los cair. Era como se não adiantasse. Nada dava jeito naquilo interminável e intermitente de não parar. Queria tanto pintar as unhas e deitar-se na rede, seu lugar preferido da casa, e ler um pouco, até mesmo tomar um cochilo. Mas o chão estava limpo enquanto o banheiro deveria ter suas toalhas trocadas, o sofá merecia um conserto naquele rasgo que Penélope, inquieta a miar, fizera.

Deitou-se no chão limpo, de braços e pernas abertas e esticadas. Respirou profundamente. Fechou os olhos. Veio Penélope ronronando e lhe enroscou os cabelos. Começou a cantar bem baixinho para a gata: “Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo...” e assim, inerte, ficou por um bom tempo. Largou a vassoura de lado, a preocupação jogou por debaixo do tapete e depois resolveu pegar tudo que tinha debaixo dele e jogar fora no lixo. Enrolou o tapete vermelho persa que tanto achava aconchegante e cômodo e jogou-o para a dispensa.

Liberdade. Era isso que Alice tanto queria. Deu a dançar pela sala vazia depois de empurrar todos os móveis para os cantos. Ligou o som e cantou. Nem mesmo se importava mais com o sofá rasgado. Resolveu que penduraria ali a sua rede xadrez colorida e pronto. O resto ficaria mesmo para depois. Importante, agora, era a leveza do seu vestido branco imitando sua Sombra enquanto dançava descabeladamente. Isso sim, é que era liberdade.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

As Cartas de Alice*

(Texto de Daniel Moraes do Blog SUB-MUNDOS)
terça-feira, 14 de dezembrro de 2010


Por onde andará Alice e seu país de maravilhas? Disseram-me estar no Alasca esfriando a cabeça. Também ouvir dizer que um dia desses tava ela lá no show do Rappa, mas é bem capaz que ela esteja onde quer estar.

Faz tempo que deixei de ter correspondência com Alice. Na ultima carta que li vi que estava cansada... Sei lá, da casa, trabalho, família ou quem sabe de si mesma?

Mais enxerida e alto suficiente com é, deve mesmo é ta em casa ouvindo Led Zeppelin. Que mulher estranha é Alice, prefere a escuridão de um quarto as luzes das boates cheias de gente, que tentam a todo custo esconder suas solidões. Quem sabe sua solidão já não tenha mais medo do escuro?

Já ouvir rumores que tenha ido para o Paquistão; o que faria num país como aquele? Até onde sei, não tem muita vocação pra Agente da CIA ou mMadre Tereza. Independente de onde esteja, detesto esse silencio... Parece aviso de morte ou carta suicida, sei lá!

Só que Alice gosta de si tanto quanto adora a liberdade. Quer comer o Mundo com uma colher, beber a vida numa golada só e deixar-se embriagar pelo que há de bom. Talvez por isso toda essa minha admiração pelas cartas de Alice.

Alice nos alicia de uma forma inexplicável! Sua dor parece tão nossa! (...) daí o gosto pelos seus escritos. Ali não é uma mulher (ou homem), e sim, um Ser Humano tão comum, porém, se mostra tão diferente que nos pega pelo espinhaço... Por tanto tempo me perguntei: o que tanto vi em nela? Acho que reflete-se em nós e nós ela...

Seja como for e aonde for, rogo a ela: escreva as Cartas outra vez! Não me deixe sem as cartas, As Cartas de Alice.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Alice e Fim

Alice era de poucas palavras quando lhe fosse conveniente. Como lhe era conveniente agora.

Virou-se de costas e preferiu não olhar mais nos olhos. Estufou o peito e respirou fundo. Olhou para frente, reto, na reta. E dali saiu sem se manifestar.

Andou firme em direção à próxima esquina. E andou com a firmeza que seus pés lhe permitiam em passos, afinal, eram etapas de uma marcha de alvedrio. Iria. Foi. Foi-se.

Alice não gostava de extremos, do muito baixo, do muito ágil, do muito qualquer coisa que pouco. Mas às vezes era esquerdista. Era pá e era pum. Pronto.

Chegou à esquina e sequer percebia que era observada com espanto por detrás. Só buscava pelos bolsos da calça a chave do carro, a chave da casa. Mas era analisada em constância enquanto, no seu virar de costas sem dizer adeus, enrolava os cabelos num coque falso e desligava o celular depois depositado na bolsa pequena a tira colo.

Alice sentia-se livre a cada distância que se multiplicava com o espaço de tempo. Deixava pra trás qualquer um ou coisa que não faria mais parte dos seus pensamentos simplesmente por não lhe valer à pena. A sobriedade tomava conta do que poderia, por ventura, bambear-lhe as pernas aflitas. E a razão concedia espaço mínimo para o que seu coração pinicava no estômago. 

Era tão pouco o espaço que nem mesmo carecia mais do dizer “não”. Já era não sem esforços.

Assim que deu-se por fim. Assim não era mais ligada. Assim acabou.

Ele poderia se perguntar “mas como?”. Elaborasse, então, sua própria resposta ou conceito, tanto faz. Era pouco pra ela. E pouco ela não queria mais. Simples.

Para Alice não existiria nenhum tipo de explicação a não ser o seu não querer. A liberdade já estava nas chaves que acabara de achar. Ascendeu um cigarro e deu partida. Foi.

Tinha sido assim mesmo. O fim, sem palavras curtas, no meio da rua, sem mais olhar nos olhos, sem contato de pele, sem cheiro. Era cru. Tinha sido nu. E fim.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Alice e sua des-arrumaçao

Era sempre assim. Começava andando em círculos e por assim ficava horas a fio e, metaforicamente, dias a rodar em volta de si mesma, como se estivesse a procurar qualquer coisa que não sabia o quê.

As voltas deixavam marcas por onde passava, pela sala, quarto, cozinha especialmente. Eram marcas de pé, marcas de meia suja furada, marcas de sapato, marcas de qualquer coisa que anda, nem necessariamente dela ou nela mesma.

Aí dava-se a arrumar tudo. Começava com as gavetas de bagunça, as gavetas de papel, as de documentos, as de óculos de escuros, as de roupa. Começava numa, mediava noutra e terminava em outra ainda sem entender bem o que arrumava. Mas não parava. Passava pano, abria e fechava portas, coçava a cabeça e voltava a andar e dar voltas. Era periódica e constante nestas tarefas. E não terminava nada. Ia dormir, quando ia, quase sempre, exausta em meio a arruaça desordenada e sem nome.

Alice ficava tempos a pensar: o que a fazia procurar tanto alguma coisa qualquer do lado de fora uma vez que o que teria de ser achado haveria de estar dentro dela própria?

Em tempo: Duraria dias, meses, horas ou minutos. Hora ou outra ela ficaria menos aflita, daria uma olhada de canto de olho a sua volta e riria de si mesma. Entenderia, pois.

Alice, depois, fecharia as gavetas assim mesmo como estivessem, limparia as manchas do piso da cozinha, jogaria as meias furadas fora e seguiria em linha reta. Para onde a linha apontasse ela iria. Era caminho, anyway.

A questão é que Alice precisava destas voltas e reviravoltas de tempos em tempos na sua vida. Arrumava por fora a vida angustiada por dentro. Quando dava por si, o que tanto ajeitava já estava em ordem. A ordem quem precisava era ela. Era quando se ria de lado das coisas. 

Mas não importava. Passaria por aquilo tantas vezes fosse preciso. Precisava das curvas para mudar o rumo das retas e, aí sim, continuar andando para frente. 

Enfim. Alice carecia de ser Alice mesmo. 
Anyway.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Alice e o reencontro com Ele

Voltava da padaria como fazia todas as manhãs. O caminho era o mesmo, a sacola de papel com os pães do desjejum em punho e o jornal da banca da esquina. Chegaria em casa e faria o café de cheiro mais forte pra acordar e sentir-se viva porque este seria um dia longo e precisava de vida. 

Dias meio cinzas, meio com cara de arco-íris escondido... Era dia de nada. Nestes dias que o ar parecia escasso e rarefeito, evitava o cigarro das manhãs, apesar de tê-lo sempre num bolso qualquer.

Passara pela banca, onde pegava com o jornaleiro o seu exemplar já separado. Nada de novo. A não ser por Ele. Ele que interrompeu seu caminho com um assovio, que sabia, só poderia ser Dele. Era um assovio Dele para Alice. Era sempre Dele pra ela e não imaginaria que pudesse chamar outra pessoa da mesma maneira.

Dias assim merecem um pouco mais de nitidez. Bambeou as pernas e deixou cair o jornal que Ele ajudou a pegar, aproveitando pra ler o caderno de Economia, coisa que sabe-se lá o porque, sempre gostou. Dias assim são pedaços de tempo que se perdem no meio do nada. São como partes de outro tempo que ecoam no dia de agora. Pegou o jornal pra si e titubeou quando olhou bem nos olhos Dele. Não disse nada. Não havia o que dizer. Só estranheza.

Ele disse "veja só, que coisa, não?", "eu passei pelo lugar errado, acabei aqui nesta praça e, quando dei por mim, vi você passando, tão clara e serena como sempre, singela e distraída", "e aí, o que faz por aqui?", "ah, você mora ali, eu sei, mas conta mais!", "hoje é meu aniversário, lembra?". Não, não lembrava e nem lembraria. Lembrava de tudo, do cheiro Dele, do jeito de pegar, do beijo, das mãos, do relógio que ele tanto amava, das suas músicas preferidas... Mas aniversário não... "Toma meu cartão e me liga para tomarmos um vinho qualquer dia", "agora tenho que ir".

Pediu um abraço. Que pôxa!, era aniversário e seria um abraço inegável. Abraçou aquele corpo estranho com aquele cheiro de sempre e Ele disse: "errei o caminho só pra te encontrar", "é porque quando a gente caminha certo só aparecem (e voltam) pra gente as coisas boas", "pense nisso", "se eu não entrasse naquela rua errada da avenida eu não teria você de volta pra me dar um abraço".

Do mesmo jeito, com sorriso de sem graçeza e espantada que o encontrou ficou. Ele foi embora para o destino correto e ela: certa de que o destino dava voltas e hoje lhe deu um abraço de cair jornal no chão. Mas ainda não entendia como haveria deste ponto ir e vir, num período sem tempo, de voltar e lhe cortejar, provocar, brincar e ir embora.

Segurando firme os pães e o jornal matinal só respondeu "tchau" depois de vê-lo atravessar a rua, entrar no carro e partir. Ascendeu o cigarro matinal antes mesmo do café de cheiro forte. Aliás, tomaria um chá. Este dia já não era mais dia de café de acordar para a vida. A vida estava ali, a lhe tropeçar e assoviar pela calçada. Não pode esconder um sorriso de canto de boca. Apertou o passo e foi-se embora.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ALICE & SEU PAÍS DE MARAVILHAS*


(Texto de Daniel Moraes do Blog SUB-MUNDOS)
quarta-feira, 21 de abril de 2010  


Ser ou não ser Alice...
Quais são as questões?

Alice se sente tolhida em sua liberdade, quer cantar, gritar, pular, pintar, sem repreensões ou coisas do tipo. Acostumada a fazer o que quer não agüenta o julgo das algemas que lhe tiram o poder de criar e recriar seu mundo que é toda imagem e semelhança.

De tão peralta e arteira fez um mundo colorido com nuvens de algodão, sol de tinta guache, céu de brigadeiro, chão de alecrim e montanhas de ilusões. E quem vai repreendê-la por isso?

O mundo real não lhe cabe e vice-versa. Esse lugar comum tão sisudo, cheio de “responsabilidade” lhe cobra tempo; e há de se ter tempo pra tudo! Acorda cedo, dá banho em filho e levar pra aula, ir pro trabalho e tentar “vencer na vida”, chegar do trabalho e ir pra faculdade “ganhar instrução”, chegar morta e cuidar de mãe, filho, namorado e o cacete a quatro! Ah! (...) Meu reino por minuto de paz! (...)

Alice quer liberdade de criar e recriar mundos que de tão errados dão certo. Não tem graça ser preso e ficar-se em prisão e esconderijo de si mesmo feito filosofo doido ou criança que não sabe o que quer.

A sua sombra volta e meia lhe diz isso... Ela vem falar sobre suas impossibilidades; mas quanta audácia! Não se diz a Rainha o que pode e o que não se pode; ah, se seu espectro tivesse carne já ia perder a cabeça por tamanha insolência!

Num surto maior de irreverência perguntou-lhe: Seria impossível, ou lhe parecia ser, ao menos impossível juntar todos os pedaços dos nós de calos das mais perfeitas ultrajantes contravenções do certo? Alice pensou... Fez pose de pensador e respondeu: Impossível fazê-lo e ausentar-se da dor da pele, do salgo das impurezas das lágrimas. A doce e malvada decisão de tomar uma decisão...

Ser,
não ser,
deixar de ser,
re-ser...

O tempo de Alice é desvairado e incerto, cronológico, ideológico e de nada. Tempo E=mc2 ou simplesmente simples tempo... Tempo de Alice aliciar-se ou não! Tempo de expandir fronteiras, ir além de seu próprio País de Maravilhas, rever-se, reler-se, reformular-se, reorganizar-se e desconstruir-se muitas e ininterruptas vezes. Seu mundo é seu Mundo, cheio de imperfeições e mazelas que de tanto isso chega à perfeição.

Alice quer criar ordem na mais pura desordem.
O mundo em Alice e Alice no mundo...
E ainda dizem que o pirado sou eu!

* Caros amigos leitores, eis que Alice voltou à ativa e está escrevendo muito! Os trechos em colorido foram tirados dos textos, “Alice: E a Sombra Lhe Disse” e de seu mural “Andam Dizendo de Alice” e “E a Conheci em um Telefonema”. Recomendo a todos vocês que a leiam, são textos bárbaros e uma excelente leitura. Acessem: http://aliceesuasombra.blogspot.com/

Janela da alma... E sombra.

Janela da alma... E sombra.

Quem?

O que disse Richard Pekny